O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta sexta-feira (29) que pretende disputar a Presidência da República em 2026, caso seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), permaneça inelegível. Em entrevista ao Contexto Metrópoles, o parlamentar declarou que vê espaço para se candidatar e que sua família avalia deixar o PL caso o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ingresse no partido.
“Se o meu pai não puder se candidatar, eu gostaria de sair candidato. Se o Tarcísio vier para o PL, o que vai acontecer? Eu não terei espaço. Estou no meu terceiro mandato. Sei como a banda toca. Eu teria que ir para outro partido”, afirmou Eduardo.
O ex-presidente está inelegível até 2030, após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em junho de 2023. Eduardo destacou sua experiência política e internacional como justificativa para se lançar à Presidência:
“Depois de ter sido o deputado mais votado da história do país e ter relações diretas com presidentes da Argentina e dos Estados Unidos, acho que consigo representar as pautas da direita. Não comecei ontem nisso.”
Críticas internas e cenário político
Na entrevista, Eduardo comentou a recente fala do irmão, Carlos Bolsonaro, que chamou governadores de direita de “ratos”. O deputado relativizou a declaração, mas reforçou críticas a aliados que, segundo ele, se distanciam do pai.
Ele também questionou os motivos da inelegibilidade de Jair Bolsonaro:
“Por que querem tirar o Jair Bolsonaro do páreo? É porque se encontrou com embaixadores? Porque fez um discurso num carro de som bancado com dinheiro da iniciativa privada? São argumentos esdrúxulos para tirar alguém da eleição presidencial.”
Possível saída do PL e críticas a Tarcísio
Eduardo disse que a família avalia deixar o PL caso Tarcísio de Freitas ingresse na sigla:
“Existe um direcionamento para apagar a família Bolsonaro do cenário político. É Bolsonaro preso, censurado; os filhos sem poder concorrer. Se continuar nessa batida, vamos ficar fora do jogo.”
Apesar das críticas, Eduardo elogiou Tarcísio como gestor, mas apontou divergências ideológicas:
“Ele é íntegro, não está metido em corrupção, mas nomeou secretários ligados ao PSOL e a políticos da esquerda. A direita precisa de uma candidatura com identidade própria.”
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