O PT quer costurar um acordo com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), para derrotar o candidato do atual mandatário, João Doria (PSDB), e aliar forças na oposição ao governo de Jair Bolsonaro (sem partido). A informação é da colunista da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo.
Em um dos cenários propostos e imaginados pela cúpula petista, o ex-governador sairia candidato ao Senado Federal, enquanto o PT colocaria no jogo, para o mesmo cargo, um nome de pouco potencial eleitoral.
Com isso, Fernando Haddad sairia candidato ao governo, sem Alckmin na cédula, partindo para o embate direto com Rodrigo Garcia (PSDB), atual vice-governador e provável candidato de Doria ao cargo.
Existe, de acordo com a colunista, uma terceira possibilidade com Alckmin e Haddad na disputa. Nesse cenário, ambos focariam os ataques ao candidato de Doria, com compromisso de apoio no segundo turno, caso algum dos dois ficasse fora da disputa.
O ex-governador Geraldo Alckmin vem se mostrando insatisfeito com os rumos de seu atual partido há algum tempo.
Nos últimos meses, Alckmin teria se aproximado do PSD, sigla presidida por Gilberto Kassab, ex-prefeito de São Paulo e amigo pessoal do ex-governador.
Inclusive, no último desses encontros, ventilou-se a possibilidade de Márcio França (PSB), ex-vice governador de Alckmin, se juntar novamente ao político em uma empreitada na busca pelo governo do estado.
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