Por Nicole Almeida Em RMVale

Casas noturnas de São José esperam abrir somente em setembro

Marcas apostam nas mídias sociais para manter contato com seu público durante esse período

Arquivo Pessoal
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As baladas estão fechadas há um pouco mais de dois meses, e a expectativa é que demore no mínimo mais três meses para serem reabertas.


Ainda sem data definida para começar a flexilização da quarentena, o que se sabe é que a retomada será cuidadosa e gradual, principalmente no comércio.

Mas outros setores devem demorar mais tempo para retomar suas atividade, por conta da aglomeração de pessoas. É o caso das casas noturnas em São José dos Campos.

As baladas estão fechadas há um pouco mais de dois meses, e a expectativa é que demore no mínimo mais três meses para serem reabertas. Pelo menos é o que Gustavo Carvalho, proprietário da Honey Club, espera.

“Imagino que seremos os últimos a sermos autorizados a retomar nossas atividades, mas creio que isso começará a se flexibilizar no mês de setembro”, afirma.

Gustavo conta que para driblar a crise, durante este período de pandemia, reduziu todos os custos para manter a casa aberta e investiu em redes sociais.

Bruno Santos Bidarra, proprietário do SantOnofre, também acredita que levará um tempo para as festas e shows serem retomados mas, enquanto isso, ele investe em novos produtos.

"Por mais que seja um momento difícil, precisamos ter expectativas positivas para continuar. Acreditamos que em junho algumas atividades devem ser liberadas, a nossa expectativa é conseguir receber alguns clientes a partir desta data, no formato bar e restaurante”.

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"É uma troca muito bacana, onde um ajuda o outro, a empresa e os clientes são beneficiados neste processo”, afirma Bruno.


Durante essa pandemia, Bruno explica que o maior foco é não perder a interação com os clientes e o público em geral.

Para isso, além do trabalho nas redes sociais, criaram novos produtos e estão atendendo pelo delivery. Outra estratégia foi a criação de um voucher, o qual seus clientes compram agora e tem o direito de consumir 2 vezes o valor, quando o local reabrir.

"É uma troca muito bacana, onde um ajuda o outro, a empresa e os clientes são beneficiados neste processo”, diz.

“Pelo cenário atual, antes de setembro acho difícil liberar locais com aglomeração de pessoas. Tudo depende da pandemia, navegamos num bar de incertezas”, afirma Rogerio de Souza, um dos sócios do Guten Bier.

Enquanto isso, ele busca reinventar o negócio, para tentar sobreviver. Ele também tem investido em mídia social, para ficar próximo de seus clientes.

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