Professores eventuais e motoristas de vans escolares fazem manifestação em frente à Câmara de São José

Vereadores receberam o grupo para escutar as reivindicações

Escrito por: Samuel Strazzer2 min de leitura
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Um grupo de professores eventuais e de motoristas de vans escolares fiz uma manifestação em frente a Câmara de São José dos Campos nesta quinta-feira (9). Eles pedem auxílio financeiro da prefeitura da cidade por estarem sem trabalhar durante a pandemia.

Os manifestantes se concentraram em frente a Câmara nesta manhã e foram recebidos pelos vereadores que receberam as reivindicações. Os professores eventuais pedem auxílio financeiro da prefeitura porque, segundo eles, estariam sem receber desde o início da quarentena, pois o salário é equivalente as horas trabalhadas.

Já os motoristas escolares particulares pedem auxílio financeiro da prefeitura, pois, com a suspensão das aulas presenciais, também estão sem trabalho e, consequentemente, sem trabalho.

Alguns profissionais de educação que trabalhavam na Fundhas também participaram do ato e pedem recontratação, pois eles não teriam tido a renovação do contrato com a entidade.

Em relação aos professores eventuais, a prefeitura disse que, mesmos sem aula “os professores eventuais receberam, em maio e junho, um adiantamento de 50% do maior valor de aulas dadas entre os meses de fevereiro e março”.

Referente aos motoristas escolares, a prefeitura disse que adiantou dois meses de pagamento aos transportadores prestadores de serviço que possuem contrato vigente com o município. Alguns desses motoristas foram contratados para fazer o transporte de cestas básicas.

A prefeitura disse ainda que “As solicitações apresentadas pelos prestadores de serviço do Transporte Escolar estão em análise pela Prefeitura de São José dos Campos”.

Já em relação a Fundhas, a fundação disse que a contratação dos profissionais se deu por meio do Processo Seletivo por Prazo Determinado, com data de início e término, e duração de seis meses, com possibilidade de ser prorrogado por mais 18 meses. A Instituição optou por não renovar os contratos, porque as atividades presenciais estão suspensas, sem previsão de retorno.

A Fundhas disse ainda que irá “receber representantes do grupo de profissionais para reunião na manhã desta quinta-feira (9) com a diretoria da Instituição”.

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