O verde e amarelo das penas das ararajubas voltaram a cobrir os céus do estado do Pará após 100 anos, graças a um programa que envolve a reprodução em cativeiro da ave, no qual elas aprendem a encontrar comida e a reconhecer predadores.
+ Leia mais notícias da Brasil
+ Receba as notícias do Meon pelo WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/GrkfVyt9TgB5kzD9FiFMzi
O pássaro é considerado vulnerável pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), que lista as espécies em extinção. As ararajubas também vivem ameaçadas pelo tráfico de animais silvestres.
A iniciativa é coordenada pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará e pela Fundação Lymington, com o apoio do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo.
Desde a criação do projeto, em 2018, estima-se que ao menos 50 ararajubas já foram reinseridas no Parque Estadual do Utinga Camilo Vianna, em Belém. A expectativa é que mais 30 aves sejam reintroduzidas em 2024.
A ararajuba só nasce no Brasil, mais especificamente no bioma amazônico. Ela também é considerada um símbolo nacional, já que sua pelagem tem as cores da bandeira brasileira.
O seu nome vem do tupi e significa "papagaio amarelo", em homenagem à cor predominante do pássaro. A ave mede, em média, 35 centímetros e pesa 255 gramas.
13º do INSS começa a ser pago nesta sexta-feira (2)
Pagamento é para quem recebe mais de um salário mínimo
Dólar recua com trégua entre EUA e China
Moeda fechou a sexta-feira (2) cotada a R$ 5,654
Dudu rescinde contrato com Cruzeiro
Atacante foi afastado do elenco após desabafo público
Boleto
Reportar erro!
Comunique-nos sobre qualquer erro de digitação, língua portuguesa, ou de uma informação equivocada que você possa ter encontrado nesta página:
Os comentários e avaliações são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site.