Antes e depois do estudante
Arquivo/Levy Mendes
Muito força de vontade e dedicação. Em cerca de um ano e meio, o jovem taubateano Levy Mendes Araujo Virote, de 23 anos, mudou totalmente os hábitos alimentares e dediciu por investir em uma alimentação adequada. Neste período, ele estava com 127 kg e agora está 64 kg. Com isso, conseguir eliminar 63 kg.
A mudança foi motivada quando o estudante retornou de uma viagem que fez e descobriu que tinha diabetes. A partir do diagnóstico, o estudante resolveu procurar uma nutricionista para acompanhar o seu caso e ajudar no processo de emagrecimento.
"Comecei a adotar o regime quando cheguei de uma viagem e descobri que tinha Diabetes do tipo 1 e então procurei um profissional de nutrição para me ajudar. Hoje em dia é um cardápio balanceado entre produtos integrais, verduras e grelhados", explica.
Trimestralmente ele passa no especialista para verificar os resultados. Para o processo de emagrecimento, ele conta que teve apoio dos parentes.
"Estou extremamente feliz. Infelizmente, antes não podia usar muitas roupas por causa das limitações, hoje posso usar praticamente todas. Tudo isso com o apoio de todos amigos e da família", acrescenta.
Especialista
A biomédica Dra. Natalie Lucasech, de São José dos Campos, diz que é importante procurar um especialista para verificar cada caso. Ela comenta que para diagnosticar a obesidade em adultos o parâmetro utilizado é o do IMC (índice de massa corporal ). O IMC é calculado através da divisão do peso (em kg) do paciente pela sua altura elevada ao quadrado. Este é o padrão utilizado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).
Dra. Natalie Lucasech
Divulgação
De acordo com a especialista, a melhor forma para o emagrecimento é adotar hábitos saudáveis. "A forma mais simples de tratamento é a adotar um estilo de vida mais saudável, com menor ingestão de calorias e aumento das atividades físicas. Essa mudança não só provoca redução de peso e reversão da obesidade, como facilita a manutenção do quadro saudável, pois é muito comum o obeso possuir doenças como diabetes, hipertensão problemas nas articulações, dificuldades respiratórias, gota, pedras na vesícula e até algumas formas de câncer", alerta.
Natalie destaca que os medicamentos nunca devem ser utilizados como única forma para o tratamento. "Boa parte das substâncias usadas atuam no cérebro e podem provocar reações adversas graves, como: nervosismo, insônia, aumento da pressão sanguínea, batimentos cardíacos acelerados, boca seca e intestino preso. Um dos riscos mais preocupantes dos remédios para obesidade é o de se tornar dependente. Por isso, o tratamento medicamentoso da obesidade deve ser acompanhado com rigor e restrito a alguns tipos de pacientes", completa.
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