Por Manuela Yumi e Maiara Akemi | Colégio Luce Prima Em Alunos Atualizada em 16 OUT 2020 - 11H32

Você sabe por que as borboletas têm asas coloridas?

Saiba o porquê de suas cores e outras curiosidades

As cores nas asas das borboletas servem para afastar predadores por meio da camuflagem, por exemplo nas borboletas marrons em biomas de florestas. Caso sejam cores vibrantes, elas são usadas para confundir o predador, em locais em que não existam muitas borboletas da mesma cor.

Borboletas Azuis:

Existem borboletas azuis, mas elas na verdade não possuem o pigmento azul. O que acontece é que, em contato com a luz branca, as micro escamas que formam as asas de espécies como a Morpho didius atuam como lentes. Elas anulam todas as frequências de onda visíveis, menos as do azul. Assim, apenas o azul é refletido, enquanto as outras cores são absorvidas e eliminadas.

Borboletas-Monarca:

As borboletas-monarca adultas têm cores vibrantes e chamativas. A parte externa de suas asas é laranja, entrelaçada com linhas pretas. Essas cores alertam possíveis predadores de sua toxicidade, dada pelos cardioglicosídeos dentro de seus corpos.

Esse tipo de aviso para os predadores é chamado de aposematismo ou coloração de alerta e é utilizado por muitos animais venenosos.

Esse veneno é adquirido pela borboleta-monarca quando ela come plantas de serralha, quando está ainda na forma de lagarta. No entanto, existem algumas espécies de aves e roedores que são imunes a esse tipo de veneno.

Borboletas Asa de Vidro:

Ao contrário das demais borboletas, essa espécie não possui escamas coloridas em seus tecidos entre as veias. Essa espécie de borboleta com asas transparentes praticamente não reflete nenhuma luz. Dessa maneira, ela evita que as aves predadoras a enxerguem para caçar.

Pesquisadores da Karlsruhe Institute of Technology (KIT), na Alemanha, sob a direção de Hendrik Hölscher, descobriram que nanoestruturas irregulares sobre a superfície da asa de borboleta são a razão da baixa reflexão da luz.

A borboleta de asa transparente é encontrada principalmente na América Central, em países como México e Panamá, mas também pode ser vista em algumas regiões do Brasil, da Colômbia e da Venezuela.

Parceria:




Com supervisão de Nicole Almeida, jornalista do Grupo Meon.

Escrito por
luceprima (Arquivo Pessoal )
Manuela Yumi e Maiara Akemi | Colégio Luce Prima

Alunas do 7º ano do Ensino Fundamental II do Colégio Luce Prima, em São José dos Campos

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