Asteróide ameaça a Terra após viajar 62 mil KM
Impacto pode ocorrer em 7 anos e ser devastador

Embora a Terra esteja protegida por sua atmosfera, o risco de colisão com objetos espaciais não está descartado. Eventos desse tipo, ainda que raros, já marcaram a história do planeta com consequências dramáticas — como a extinção dos dinossauros há 66 milhões de anos.
+ Receba as notícias do dia – Clique AQUI para seguir o Canal do Meon no WhatsApp
Asteroides, cometas e meteoritos atingem o planeta com mais frequência do que se imagina. Estudos indicam que objetos com cerca de 25 metros de diâmetro colidem com a Terra a cada década, provocando explosões equivalentes a milhares de toneladas de TNT. Já impactos com corpos celestes maiores, com centenas de metros, são mais raros e podem ocorrer entre cada 500 mil e 1 milhão de anos — com potencial para causar catástrofes globais.
Atualmente, um novo corpo celeste tem despertado a atenção da comunidade científica: o asteroide 2024 YR4, recentemente detectado e monitorado de perto por agências espaciais. Com um diâmetro estimado entre 53 e 67 metros, ele está se aproximando da Terra a uma velocidade de 62 mil km/h e, segundo projeções, poderá atingir o planeta em 2032.
Apesar de as chances de impacto serem inferiores a 1%, o alerta está mantido. Caso atinja a Terra, o YR4 poderia gerar uma cratera de até 34 quilômetros de diâmetro — uma das maiores já registradas — e liberar energia equivalente a 500 bombas nucleares de Hiroshima, com impactos significativos no clima global.
O Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS) está à frente do monitoramento. Segundo os cientistas, há também a possibilidade — maior, de 3,8% — de o asteroide colidir com a Lua.
Diante desse cenário, esforços internacionais se concentram em desenvolver tecnologias de defesa planetária. Projetos como o DART, da NASA, testam formas de desviar asteroides de trajetórias perigosas, caso o risco de impacto aumente.
Embora improvável, uma colisão como a do 2024 YR4 reforça a importância da vigilância constante do espaço próximo à Terra e do investimento em estratégias preventivas. Afinal, mesmo eventos raros podem ter consequências irreversíveis para a vida no planeta.
Posts Relacionados

Padre morre após ser atingido por cruz durante missa transmitida ao vivo no Equador

Papa Leão XIV recebe alta hospitalar após cirurgia para tratar câncer de pulmão

Tesla Roadster promete acelerar a 100 km/h em menos de 1 segundo e até flutuar
