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Em visita a São Paulo, designer inglês comenta seu processo criativo

Em visita a São Paulo, designer inglês comenta seu processo criativo

Escrivaninha do casal com destaque para a poltrona desenhada pela arquiteta Patricia Urquiola Marcelo Lima/Estadão Caracterizado pela simplicidade de formas, minimalismo de composição e apego à funcionalidade, o estilo de decoração que se convencionou chamar de escandinavo surgiu na década de 1950, simultaneamente na Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia. Países que, por experimentarem longos invernos […]

O living do apartamento, com destaque para o tapete com grafismos Marcelo Lima/Estadão Poucos acontecimentos foram mais decisivos na trajetória profissional da arquiteta paulistana Patricia Martinez do que aquele inesperado convite para expor na Suécia, durante o verão de 2007. “Participei da Casa Cor Estocolmo e passei dois meses por lá. Foi um momento de […]

Design é o carro chefe dos trabalhos do italiano Uberti Divulgação Arte, arquitetura, design. Todas as disciplinas se conectam no trabalho do artista conceitual italiano Massimo Uberti. Nunca, porém, de forma excludente. Comissionado para conduzir a edição inaugural da Bentley Elements – programa cultural lançado pela fabricante de carros de luxo inglesa na última edição […]

“Meus materiais e processos têm direção indefinida”

2014 termina com boas notícias para o paisagista paulistano Alex Hanazaki

Em 1997, o designer de joias carioca Antonio Bernardo “adotou” uma estufa que reúne talvez o mais significativo conjunto de orquídeas de todo o Brasil: o orquidário do Jardim Botânico, da cidade do Rio. Desde então, em parceria com a OrquidaRio – uma das maiores associações do gênero na América Latina – ele realiza duas exposições anuais no local, uma em maio e outra em setembro, épocas em que as flores costumam estar no auge. Isso sem deixar nunca de se ocupar, pessoalmente, de sua coleção particular em Itaipava, na região serrana do Rio. “E pensar que uma convivência tão íntima como esta surgiu de forma tão inesperada”, relatou ao Casa.

Quando surgiu em Nova York, entre as décadas de 1950 e 1970, a ideia de converter galpões industriais desativados em moradias não passava de uma solução de emergência para atender à necessidade de jovens em busca de habitação urbana por valores abordáveis. Com o passar dos anos, porém, a prática se sofisticou. Ganhou o mundo, virou notícia e conquistou muitos – e ilustres – adeptos.

Para o crítico de design francês Vincent Grégoire, a era digital promete revolucionar nossos hábitos de consumo no futuro próximo. Segundo ele, o “eu”, definitivamente, vai sair de cena e em seu lugar o “nós” vai conduzir a troca de informações, bens, serviços e, consequentemente, o design de móveis e objetos “O aspecto interativo e a possibilidade de conectar móveis e objetos vão se tornar fatores prioritários para os designers”, sinaliza ele.

O americano Stephen Burks é hoje um dos principais designers em atuação em seu país. Baseado em Nova York, seu escritório, o Ready Made, explora a presença e o impacto do artesanato sobre o design contemporâneo. Em especial o de matriz africana: uma nítida referência na sua coleção de luminárias, a Anwar, criada para a espanhola Parachilna e recém-lançada pela Puntoluce em São Paulo, onde o designer falou à reportagem.

Ele já foi citado pelo site L’Arcobaleno – uma espécie de guia do consumo descolado em Nova York – como o motor propulsor da cena do design na cidade. Trafega com desenvoltura pelos universos da moda e das artes locais e, com suas fotografias, contribui regularmente para revistas e livros do segmento. Sempre em busca de novidades, desde que abriu a galeria que leva seu nome, em setembro de 2000, tornou-se célebre por sua seleção incomum de móveis e iluminação, de tempos em tempos, reciclada por mostras de artistas convidados.

Estamos em Belgravia, centro de Londres. Uma das locações mais exclusivas da cidade, vizinha do Palácio de Buckingham. Endereço dos mais desejados, suas propriedades, construídas ao longo do século 19, estão hoje cotadas entre as mais caras da capital britânica. Mais não fosse, pelo seu raro padrão de ocupação, quase integralmente residencial.