
Estrada Real: o que vale é o caminho
Paraty ou Diamantina. Rio de Janeiro, Ouro Preto, Petrópolis. Pouco importa a origem, o destino e o sentido também. Subidas, descidas e serras são companhia por todo o caminho. Bem como fins de tarde deslumbrantes, cidades coloniais pouco reveladas e uma gastronomia de fazer pensar o tempo todo na próxima refeição. De carro, 4×4, moto, bicicleta ou até caminhando – não importa o meio. Ao percorrer os 1.600 quilômetros da Estrada Real, o que vale é o caminho em si. E, claro, a história revelada por ele.